Síndrome de Asperger

O autismo, incluindo a síndrome de Asperger, é muito mais comum do que a maioria das pessoas pensa.
 
De acordo com o jornal El País, cerca de 1% da população mundial tem algum tipo de TEA, segundo dados dos Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças do Governo dos Estados Unidos.
 
E segundo a revista especializada Jama Pediatrics, mais de 3,5 milhões de norte-americanos têm autismo, enquanto no Reino Unido 604.000 pessoas são classificadas dentro desse espectro.
 
Estima-se que o Brasil tenha hoje cerca de 2 milhões de autistas. Aproximadamente 407 mil pessoas somente no estado de São Paulo.
 
As pessoas com síndrome de Asperger vêm de todas as nacionalidades e contextos culturais, religiosos e sociais, embora pareça afetar mais homens do que mulheres.
 
O diagnóstico é a identificação formal da condição. Geralmente é realizado por uma equipe de diagnóstico multidisciplinar, incluindo freqüentemente um fonoaudiólogo, pediatra, psiquiatra e psicólogo.
 
Como a Síndrome de Asperger varia muito de pessoa para pessoa, fazer um diagnóstico pode ser difícil.
 
Pode ser diagnosticado tardiamente em crianças, quando comparado a outros espectros do autismo.
 
Algumas dificuldades podem não ser reconhecidas e diagnosticadas até a idade adulta.